Cover of Despedidas 1895 1899

Despedidas 1895 1899

Auhtor: Antonio Nobre

Language: english

Genres:

classic
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eBook size: 337Kb

Review by Dr. Bojan Tunguz, May 2009


Rating: (****)
Copyright: Public Domain in the U.S.
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Excerpts from the Book 'Despedidas 1895 1899':

... 1895-1899, by Antnio Nobre. Title: Despedidas: 1895-1899. Author: Antnio Nobre. START OF THIS EBOOK DESPEDIDAS: 1895-1899 ***. Produced ...
... minha Me. Talvez no co. Porque afinal os homens quazi todos. Tm sido e so muito mais maus do que eu. St. Johann Am-Platz, 1896. Nossos amores ...
... para mim, inda este mundo estreito. P'ra conter tudo, quanto eu hei soffrido. Meus dias vo passando como as agoas. Que o vento leva em ondas, ...
... ento, j no pareo. Ha vinte dias s que te conheo,. meu beijo de Luz. minha Chymera. s a Graa de Deus (com qu'estremeo). Talvez, o que no mundo, ...
... me vo apparecendo. Do que eram ao abrir da mocidade. O sorrizo no tem j lealdade,. Lagrimas so difficeis. no as tendo. Palavras no vos faltam, ...
... arranjou tudo. At meu leito quiz abrir. E como uma ama diz ao menino que a enlaa,. Disse-me: Boas noites. Faa por dormir.. ( Suissa cheia de graa.). E ...
... partir. Prepara-me um quarto na tua pousada. Que tenha a janella para o sul voltada. E fontes roda para eu dormir. Sensaes de Baltimore. (INCOMPLETA). Cidade ...
... clamam Never-more, never-more. Baltimore, 1897. Ao Mar. (SOO ANTIGO). meu amigo Mar, meu companheiro. De infancia. dos meus tempos de ...
... ento de todo a chimera parisiense se dilura. J de todo Anrique se voltara novamente e de vez para o seu Portugal. De regresso ao reino, affoita-o o encontrar-se ...
... gelida. Infelizmente para as boas lettras, o poeta no pde levar a cabo o seu amplo proposito mas para o cabal entendimento da ordenada sequencia ...
... outro rapaz. Para a palestra. Ah sim. e o mar tambem s vezes. Mas agora (ha aqui uns tres ou quatro mezes). Fao da noite dia. As grandes descobertas. Que ...
... caza. Mas nem sempre ha mares grossos. E que houvesse. Os padres nossos. Fazem muito em tua bocca. Voz dce acalma voz rouca. Tu no temes temporal. s ...
... eu. chorar.. Morrera j o Sol os altos castanheiros. Choravam voz do vento, quaes lugubres troveiros,. Os choupos retorciam os troncos j despidos,. Parecendo ...
... terra. Que saudade a de quem te deixa. terra. pela aventura do alto mar. Entra o piloto e abraam-se estes e aquelles. Abraam-se e riem tanto ...
... j foram passadas,. Desde que eu a perdi e ao seu amor. Meu corao tem ainda as janellas fechadas,. Ainda vestem de lucto os meus criados, Senhor. O ...
... nessa agoa,. Levava aos hombros um bahu cheio de Magoa. E mais um sacco de Dr que por l me ficou. De volta trago tres, que aquelle no chegou. Os ...
... admirado. E que me diga os fados eu lhe peo. Sombrio, o Bruxo assenta-se, callado,. N'uma cadeira antiga, ao p do lume. Eu assentei-me timido, ...
... hoje dura. A virgem me proteja e Deus me ajude. Vae alta a noite, eu caio de fadiga,. Bambas as cordas do meu velho alade. Genio, no te partas ...
... ferida, morta,. S vs, Fradinhos, m'a podeis curar. Ha quantos annos vs estaes fechados. N'estas muralhas de granito e cal. Ah se soubesseis, ...
... 5. I.-Soos:. 1 a 25 3 a 27. II.-Outras Poesias:. Eu chegra de Frana 31. Ladainha da Suissa ...