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O Livro De Cesrio Verde

Auhtor: Cesrio Verde

Language: english
Published: 1886

Genres:

poetry
Downloads: 217
eBook size: 309Kb

Review by Timothy B. Riley, April 2008


Rating: (***)
Copyright: Public Domain in the U.S.
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Excerpts from the Book 'O Livro De Cesrio Verde':

... Elle tinha o furor da discusso-a toda a hora. Eu careo de preparar-me durante horas para a simples comprehenso. As exigencias do meu caro polemista ...
... fui beira de Sousa Martins e perguntei-lhe se o poeta Cesario Verde podia ser salvo. O grande e illustre medico tranquilisou-me -e apunhalou-me em ...
... alma abatida: foi de lagrimas que se confundiram com as minhas lagrimas foi aquelle sorriso triste de resignao, consagrado s minhas amarguras,-que ...
... mar sem praias,. Ouviamos os meigos dithyrambos,. Que os rouxinoes teciam nas olaias,. E, afastados da aldeia e dos casaes,. Eu comtigo, abraado ...
... de preto, s horas silenciosas,. Envolve-se nas pregas d'um sudario. E chora como as grandes criminosas. Podesse eu ser o leno de Bruxellas. Em ...
... cantarolar uma cano plangente. D'uma opereta nova. Perfeitamente. Vou findar sem azedume. Quem sabe se depois, eu rico e n'outros climas,. Conseguirei ...
... sol dourava o co. E a regateira,. Como vendera a sua fresca alface. E dra o ramo de hortel que cheira,. Voltando-se, gritou-me prazenteira:. No ...
... pittoresca e audaz, na sua chita,. O peito erguido, os pulsos nas ilhargas,. D'uma desgraa alegre que me incita,. Ella aprega, magra, ...
... ninho de affeies creado para ti,. Por entre o riso claro, e as vozes das creanas,. E as nuvens que esbocei, e os sonhos que nutri. Lembrei-me ...
... a manteiga, os queijos, as choupanas. Parece um rural boy. Sem brincos nas orelhas,. Traz um vestido claro a comprimir-lhe os flancos,. Botes a ...
... eu prostrar, n'um meditado impulso,. gelida mulher bizarramente estranha,. E tremulo depor os labios no seu pulso,. Entre a macia luva e o punho ...
... portas, em cabello, enfadam-se os logistas. Vasam-se os arsenaes e as officinas. Reluz, viscoso, o rio, apressam-se as obreiras. E n'um cardume ...
... pelos canos. E lembram-me, ao chorar doente dos pianos,. As freiras que os jejuns matavam de hysterismo. N'um cutileiro, de avental, ao torno,. Um ...
... quando alguns ficavam nos palheiros,. E de manh catavam os piolhos:. Emquanto o sol batia nos restolhos. E os nossos ces ladravam, resingueiros. Hoje ...
... ns somos. Pela outomnal maturao dos pomos,. Com a carga, no cho pousam os ramos. E assim postas, nos barros e areiaes,. As maceiras vergadas ...
... do os vinhos. Vossos montes d'escorias inda quentes. E as febris officinas estridentes. s nossas tecelagens e moinhos. E condados mineiros. ...
... exemplo,. Cujo bico de passaro se arqueia,. Forjadas no casebre d'uma aldeia,. So antigas amigas que eu contemplo. Ellas, em seu labor, em seu ...
... a mim que adoro a pompa. Das foras, pode ser que se me rompa. Uma arteria, e me mine uma leso. Ns outros, teus irmos, teus companheiros,. Vamos ...
... substitues. Todo o mysterio, toda a santidade,. Quando em busca do reino da verdade. Eu ergo o meu olhar aos ceos azues. III. Tinhamos ns voltado ...
... Verde, porque o poeta os considerou muito inferiores aos que hoje se reproduzem. Realmente o eram-pela hesitao do neophyto. Outros versos foram ...