Cover of A Filha Do Cabinda

A Filha Do Cabinda

Auhtor: Alfredo Campos

Language: english
Published: 1873

Genres:

fiction and literature
Downloads: 310
eBook size: 296Kb

Review by M. Erb, October 2008


Rating: (***)
Copyright: Public Domain in the U.S.
Please check the copyright status in your country.

Excerpts from the Book 'A Filha Do Cabinda':

... tudo isso. que valia a gotta d'agua para to grande sde. o atomo em face da immensidade desfeita. O negro, que era dedicado sua senhora, tanto como ...
... granito branco, e em volta assentos inglezes de madeira e ferro, talhados de modo que dem ao corpo toda a possivel commodidade. A atmosphera tem a cr ...
... eu sei o que tenho. Vamos andando que eu conto-t'o. E tornando a prender as flres entre as folhas do livro, seguiu, acompanhada pelo negro, uma das ...
... e mais me confunde ainda, dando-me o nome de amigo, para a conservao e engrandecimento do qual, no deixarei nunca de empregar todos os meus esforos. -Obrigado, ...
... voltava e revoltava entre as suas mos mimosas e pequeninas um vioso suspiro Luiz aspirava o fumo d'um delicioso charuto bahiano, e arrojava ...
... a primeira noite d'amor o somno cedeu o logar aos receios e s esperanas. Dentro de sua alma e do seu corao havia um murmurio de harmonias, constante, ...
... um d'elles, pelo menos. Luiz via-a com os olhos do seu amor, do seu affecto, da sua virtude Americo com os olhos dos seus desejos desenfreados de ...
... com todo o seu deslumbrante explendor, a vegetao opulenta das mattas virgens, e as florinhas mimosas dos jardins vicejantes. As aves mandavam ...
... nectar suavissimo, do vida, porque contem em si os elementos que a vigorisam. Choro, porque sou feliz, cabinda. O negro ouviu Luiz n'uma anciedade indiscriptivel. ...
... e fortuna at. Estava d'um lado o amor, do outro o dever. A ausencia ia ser por poucos dias e uma voz intima lhe segredava ao corao, que havia ...
... produzida pelo opio. Reclina-se o corpo os braos pendem como canados a cabea cede naturalmente e cahe meio adormecida cerram-se os olhos, e ...
... timidamente. -Esperou muito, no. -No mas agora no posso demorar-me. -Estamos ss. -Estamos. -Ainda bem. E chegou-se mais a Magdalena ...
... quatro dias sem acontecimentos dignos de mencionarem-se. Magdalena ia gemendo as suas saudades o cabinda cuidando dos jardins e da ...
... horas da noute. O que ser isto, minha senhora, se acha muito o que me est ouvindo. -Oh. foi ainda por sua causa, Luiz, mas perdoe-me. E Magdalena ...
... raios deslumbrantes do sol do amor, a imagem de Luiz, a imagem do primeiro homem que a impressionra, e que ella no podia deixar de contemplar com olhos ...
... corao offende-se com cousas pequenissimas, que muitas vezes no perda, e capaz de no se offender com cousas de vulto, ou de facilmente as esquecer ...
... descortinando a luz brilhante, formosa e esplendida da felicidade que tanto sonhra, ia o mulato convencendo-se de que a Providencia vela sempre pelos ...
... faceis de explicao. Luiz no receiava pelo seu procedimento, porque bem alto lhe fallava a sua consciencia temia, sim, que de todo se perdesse a melhor ...
... at hoje ainda Magdalena no derramou uma unica lagrima, ainda no teve um queixume para me lanar no corao. Sorria-me esta ideia da felicidade de minha ...
... na terra a felicidade de minha filha. O mulato tinha os olhos cravados no cho. Tomou o chapu, volveu-se e sahiu vagarosamente, como que arrastado ...